Ícone do site Portal E-Brasil

Aluna passa mal após levar bebida alcoólica escondida para escola em Campo Grande

Caso envolvendo consumo de bebida alcoólica em escola particular de Campo Grande deverá ser apurado - Foto: Reprodução

Caso envolvendo consumo de bebida alcoólica em escola particular de Campo Grande deverá ser apurado - Foto: Reprodução

Colégio diz que líquido estava em garrafa de água e afirma que não havia sinais visíveis para identificação imediata

Aluna de um colégio particular de Campo Grande passou mal após ingerir bebida alcoólica dentro da escola na manhã desta quinta-feira (13).

Segundo o Colégio Master, a adolescente levou a bebida escondida em uma garrafa de água de uso pessoal e consumiu o líquido durante o período escolar.

Depois, ela apresentou mal-estar.

Escola nega conivência de professores

Em nota, a direção afirmou que não houve conivência nem omissão por parte dos professores.

Segundo o colégio, como a bebida estava disfarçada em uma garrafa de água e não foi exibida ou compartilhada com outros estudantes, não havia sinais visíveis que permitissem a identificação imediata do conteúdo.

A instituição também informou que o porte e o consumo de bebidas alcoólicas no ambiente escolar são proibidos.

Caso será tratado internamente

A escola afirmou que a ocorrência está sendo tratada com seriedade e que pretende reforçar orientações e medidas preventivas.

A direção também defendeu maior acompanhamento das famílias sobre a rotina dos adolescentes, incluindo atenção ao conteúdo levado em mochilas, garrafas e objetos pessoais.

Depca ainda não havia recebido ocorrência

A Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, a Depca, informou que ainda não havia recebido registro sobre o caso até o momento da divulgação das informações.

Não foram apresentados detalhes sobre o estado de saúde da estudante nem sobre eventual necessidade de atendimento médico.

Escola pede acompanhamento das famílias

No comunicado, o Colégio Master afirmou que a prevenção de comportamentos de risco depende da atuação conjunta entre escola e responsáveis.

A instituição orientou que as famílias conversem com os filhos, acompanhem mudanças de comportamento e mantenham supervisão sobre objetos levados para a escola.

Sair da versão mobile