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Ayrton Senna entra oficialmente para o Livro dos Heróis da Pátria

Ayrton Senna teve o nome incluído oficialmente no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria - Foto: Câmara dos Deputados

Ayrton Senna teve o nome incluído oficialmente no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria - Foto: Câmara dos Deputados

Lei reconhece legado do tricampeão mundial, que terá o nome preservado no Panteão da Pátria, em Brasília

Ayrton Senna passou a integrar oficialmente o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. A homenagem foi estabelecida pela Lei nº 15.447/2026, que determina a inscrição do nome do tricampeão mundial de Fórmula 1 no acervo mantido no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília.

Criado em 1992, o livro reúne personalidades reconhecidas pela contribuição relevante à defesa, à formação ou à construção do Brasil. Os nomes são gravados em páginas de aço e ficam expostos no monumento localizado na Praça dos Três Poderes.

Homenagem teve origem no Senado

Reconhecimento foi proposto pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) por meio do Projeto de Lei nº 789/2024. A proposta recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e avançou pela Comissão de Esporte do Senado.

Depois de passar pelo Congresso Nacional, o projeto recebeu sanção presidencial e foi transformado na Lei nº 15.447, de 30 de junho de 2026. O texto entrou em vigor na data de sua publicação.

Três títulos e 41 vitórias na Fórmula 1

Senna conquistou os campeonatos mundiais de Fórmula 1 de 1988, 1990 e 1991. Ao longo da carreira, venceu 41 Grandes Prêmios e tornou-se uma das figuras mais reconhecidas da história do automobilismo brasileiro e mundial.

Em 2023, o ex-piloto já havia recebido o título de Patrono do Esporte Brasileiro. A nova homenagem amplia o reconhecimento oficial de sua trajetória ao incluir seu nome entre as personalidades preservadas no principal livro cívico do país.

Morte ocorreu durante corrida na Itália

Ayrton Senna morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após sofrer um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, disputado no circuito de Ímola, na Itália.

Mais de três décadas depois da morte do piloto, seus títulos, sua projeção internacional e sua ligação com o público brasileiro permanecem como parte de seu legado no esporte.

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