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Jiboia é flagrada atravessando ciclovia em Campo Grande

Jiboia foi flagrada atravessando ciclovia no Parque dos Poderes, em Campo Grande - Foto: Cedida/Natalie Pavan

Jiboia foi flagrada atravessando ciclovia no Parque dos Poderes, em Campo Grande - Foto: Cedida/Natalie Pavan

Cobra de cerca de 2,5 metros foi vista no Parque dos Poderes; frequentadores ajudaram a proteger o animal

Jiboia de aproximadamente 2,5 metros foi flagrada atravessando uma ciclovia no Parque dos Poderes, em Campo Grande, no início da tarde deste sábado (27). O registro foi feito pela empresária Natalie Pavan, que caminhava pelo local.

Segundo ela, a cobra seguia tranquilamente pela pista quando foi vista por frequentadores do parque. A principal preocupação foi evitar que o animal fosse pisoteado ou se assustasse durante a travessia.

O caso chamou a atenção de pessoas que passavam pela região, mas não houve registro de ataque ou ferimentos. A via estava fechada para veículos por causa das atividades de lazer realizadas aos fins de semana.

Animal atravessava com calma

Natalie contou que costuma caminhar e correr no Parque dos Poderes quase todos os dias e que o encontro com animais silvestres é comum na região. Há cerca de dois meses, ela disse ter visto outra cobra, ainda maior, cruzando a pista.

Ao perceber a jiboia, a empresária parou para observar e avisou outras pessoas que passavam pelo local. A intenção era garantir que ninguém se aproximasse demais ou pisasse no animal.

Ela não permaneceu até o fim da travessia, mas acredita que a cobra tenha retornado para a área de mata. Outros frequentadores também acompanharam a movimentação e ajudaram a proteger a jiboia até que ela deixasse a pista.

Parque tem presença de animais silvestres

O Parque dos Poderes é cercado por áreas de vegetação nativa, o que favorece a circulação de animais silvestres. Além de cobras, é comum a presença de capivaras, quatis, antas e outras espécies.

Especialistas orientam que, ao encontrar animais silvestres, a população mantenha distância, não tente tocar, capturar ou espantar o bicho, e acione os órgãos ambientais caso exista risco para pessoas ou para o próprio animal.

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