Apresentadora comenta sua breve aparição na produção da Netflix e reforça respeito por homenagens ao piloto
Adriane Galisteu, 51, usou as redes sociais na última segunda-feira (2) para se manifestar após o lançamento da série “Senna”, da Netflix. Internautas apontaram que a apresentadora, que namorou Ayrton Senna por um ano e meio, apareceu de forma limitada na produção. A série estreou na sexta-feira (29) e gerou debates sobre a ausência de detalhes de sua relação com o piloto, que morreu tragicamente em 1994, em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, na Itália.
Pelo Instagram, Galisteu destacou sua perspectiva sobre a série e reforçou o respeito às homenagens feitas ao tricampeão de Fórmula 1. “Eu sei o quanto vocês estão curiosos para saber a minha opinião sobre tudo o que está acontecendo. Olha, todas as homenagens, sejam elas em forma de livro, filme, DVD, série, minissérie, que dizem respeito ao Ayrton, são todas maravilhosas, merecidas e muito, mas muito bem feitas”, afirmou.
A apresentadora também fez questão de reforçar que nunca escondeu nada sobre seu relacionamento com Senna, vivido entre 1993 e 1994. “A minha história com Ayrton é conhecida, nunca escondi nada. Tenho muito orgulho do que vivi com ele, mas a série tem o propósito de contar a trajetória dele no automobilismo, e é isso que importa”, completou.
O assunto gerou grande repercussão, especialmente entre fãs do piloto e admiradores de Galisteu, que consideraram sua aparição insuficiente na narrativa sobre a vida de um dos maiores ícones do esporte brasileiro.
A série “Senna” foi anunciada como um retrato fiel da vida e carreira do piloto, mas as escolhas de roteiro e edição dividiram opiniões. Enquanto alguns defendem o foco no legado esportivo, outros apontam que aspectos pessoais e afetivos também mereciam mais destaque.
Fonte: Sarah Pacini

