Samurais Azuis viraram jogo no Catar e registraram uma das vitórias mais improváveis do Mundial
Faltando 18 dias para a Copa do Mundo, uma das partidas mais marcantes do Mundial do Catar 2022 segue viva na memória dos torcedores. Com apenas 18% de posse de bola, o Japão derrotou a Espanha por 2 a 1 e protagonizou uma das maiores surpresas daquela edição do torneio.
O dado entrou para a história da competição como a menor posse de bola já registrada por uma equipe vencedora em uma partida de Copa do Mundo.
Espanha saiu na frente
A seleção espanhola começou dominando completamente a partida e abriu o placar ainda no primeiro tempo com Álvaro Morata, que marcou de cabeça após cruzamento na área.
Com amplo controle da posse de bola, a Espanha parecia encaminhar a classificação sem dificuldades. O Japão, no entanto, apostou em velocidade, intensidade e eficiência nas poucas oportunidades criadas.

Virada relâmpago do Japão
Logo após o intervalo, os japoneses surpreenderam.
Ritsu Doan empatou a partida e, poucos minutos depois, Ao Tanaka marcou o gol da virada que garantiu o triunfo histórico dos Samurais Azuis.
Mesmo pressionado durante boa parte do jogo, o Japão conseguiu segurar o resultado até o apito final.
Campanha histórica no Catar
A vitória sobre a Espanha não foi um caso isolado. Na mesma Copa do Mundo, o Japão também derrotou a Alemanha e terminou na liderança do Grupo E, considerado um dos mais difíceis do torneio.
Antes do Mundial do Catar, os japoneses haviam vencido apenas uma seleção europeia em Copas do Mundo: a Dinamarca, na edição de 2010, na África do Sul.
Em 2022, porém, a equipe asiática mostrou força diante de duas potências do futebol mundial e ganhou reconhecimento internacional pela organização tática e eficiência.
Posse de bola não garantiu vitória
O duelo também virou exemplo de que domínio da posse de bola nem sempre significa superioridade no placar.
Enquanto a Espanha controlava a partida com trocas de passes, o Japão aproveitou praticamente todas as oportunidades criadas e transformou a eficiência ofensiva em resultado histórico.


