Homem era procurado após morte da companheira em Mato Grosso e fuga com o filho do casal, resgatado em segurança
Suspeito de matar a companheira em Guarantã do Norte, em Mato Grosso, morreu em confronto com policiais no Paraguai, na quarta-feira (24). A ação também resultou no resgate do filho do casal, que havia sido levado pelo homem após o crime.
Matheus Gonçalves dos Santos, de 32 anos, era investigado pela morte de Gleici Fátima Machado Ritter, de 37. Segundo a polícia, ele fugiu depois do feminicídio levando a criança em uma caminhonete Toyota Hilux preta.
A operação envolveu policiais civis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Departamento de Investigação de Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã.
Criança foi encontrada em segurança
De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, a criança foi localizada em segurança e passa bem. Ela permanece sob os cuidados das autoridades competentes.
Familiares se deslocaram para a região de fronteira para realizar os procedimentos necessários de guarda e acolhimento.
A localização do suspeito foi possível após troca de informações entre órgãos de segurança dos dois estados e autoridades paraguaias.
Fuga passou por Mato Grosso do Sul
Gleici foi morta no fim de semana, em Guarantã do Norte. Conforme a polícia de Mato Grosso, Matheus foi visto deixando o município no fim da noite de domingo (21), conduzindo uma Toyota Hilux preta em alta velocidade.
Durante as investigações, surgiram indícios de que o suspeito passou por Mato Grosso do Sul com destino ao Paraguai.
Na quarta-feira, autoridades paraguaias localizaram o veículo usado por Matheus. Durante a abordagem, segundo a polícia, ele reagiu à ação dos agentes. Houve troca de tiros, e o suspeito morreu em decorrência do confronto.
Ação teve cooperação internacional
A operação contou com integração entre forças de segurança brasileiras e paraguaias. Do lado brasileiro, participaram equipes das polícias civis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
No Paraguai, a ação teve apoio do Departamento de Investigação de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha a Ponta Porã, na fronteira com o Brasil.
O caso segue sob apuração das autoridades responsáveis.


