Denúncia anônima levou o GOI ao endereço em Campo Grande, onde também foram apreendidas mercadorias estrangeiras irregulares
Polícia Civil prendeu 11 pessoas e apreendeu canetas emagrecedoras de origem estrangeira e outras mercadorias consideradas irregulares em um imóvel no bairro Aero Rancho, em Campo Grande.
A ação ocorreu na segunda-feira (17) e foi conduzida pelo Grupo de Operações e Investigações (GOI).
Segundo a polícia, uma denúncia anônima informou que o endereço, localizado na Travessa Capitalista, seria utilizado para armazenar e comercializar os produtos.

Polícia passou a monitorar imóvel
Depois de receber a denúncia, investigadores começaram a acompanhar a movimentação no local.
De acordo com a Polícia Civil, pessoas chegavam ao imóvel, eram atendidas e deixavam o endereço pouco tempo depois.
Durante o monitoramento, duas motocicletas foram vistas saindo da propriedade. Os policiais se preparavam para realizar a abordagem quando um homem, apontado pelos investigadores como responsável pelo local e pelas mercadorias, teria tentado impedir a ação.
Ele fugiu ao perceber a presença da equipe.
Produtos eram embalados dentro do endereço
Os investigadores entraram no imóvel e encontraram grande quantidade de mercadorias de origem estrangeira.
Entre os produtos apreendidos estavam canetas vendidas como emagrecedoras.
Segundo a polícia, várias pessoas encontradas no endereço estariam envolvidas na embalagem e na comercialização das mercadorias.
A situação individual de cada detido ainda deverá ser apurada.
Onze pessoas foram levadas para delegacia
Ao todo, 11 pessoas foram presas durante a operação.
Os detidos e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada, o Cepol.
Até a divulgação das informações, não havia detalhamento sobre a quantidade total de produtos apreendidos nem sobre eventual identificação das substâncias contidas nas canetas.
Polícia vai investigar origem e destino
A investigação agora deverá identificar de onde vieram as mercadorias e para onde seriam enviadas.
A Polícia Civil também pretende esclarecer a participação atribuída a cada uma das pessoas detidas e como funcionava a comercialização dos produtos no imóvel.
As prisões ocorreram durante a fase inicial da apuração e não representam condenação dos envolvidos.


